
Consumo de proteínas no Brasil transforma hábitos alimentares
O consumo de proteínas no Brasil vem ganhando espaço no carrinho de compras e deixando de ser associado apenas a atletas ou praticantes de atividade física. Nosso levantamento em parceria com a McKinsey mostra que, ao longo de 2025, alimentos ricos em proteína passaram a integrar a rotina alimentar de um público mais amplo, com impacto direto no varejo alimentar e perspectiva de intensificação em 2026.
Alimentos proteicos passam a integrar refeições e lanches cotidianos
Entre janeiro e outubro de 2025, os dados indicam crescimento expressivo em categorias ligadas à performance: whey protein avançou 124%, creatina cresceu 89%, cereais proteicos 21%, iogurtes proteicos 16%, produtos pré e pós-treino 16% e leites saborizados com proteína 14%. Os números mostram que o consumo proteico passou a fazer parte de refeições e lanches cotidianos.
Contudo, esse movimento levou a indústria a adaptar portfólios e lançar versões enriquecidas com proteína em categorias tradicionais, como laticínios, snacks, bebidas prontas e sobremesas.
Segundo Felipe Passarelli, nosso Head de Inteligência de Mercado, a tendência se consolidou em 2025. “Observamos um crescimento consistente dos produtos proteicos no varejo alimentar, o que levou fabricantes a revisitar seus portfólios para acompanhar essa demanda crescente”, afirma.
Consumo de proteínas no Brasil influencia hábitos de socialização
O estudo aponta que a busca por equilíbrio alimentar também tem influenciado hábitos de socialização. O consumo de bebidas e alimentos associados a encontros mais leves e diurnos cresceu ao longo do ano, acompanhando uma preferência maior por opções percebidas como mais equilibradas.
O café premium apresentou crescimento de 8,1% em volume, enquanto categorias como licor (5,3%), misturas alcoólicas (6,4%), aperitivos (3,4%) e espumantes (3,8%) também avançaram. As versões “zero” reforçam esse movimento: energéticos sem açúcar cresceram 56%, cervejas de baixa caloria avançaram 40%, cervejas zero álcool tiveram alta de 10% e refrigerantes sem açúcar cresceram 33% em volume.
Veja aqui também a matéria que saiu na Band.
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